Operação do ICE termina com morte de mulher e provoca protestos em Minneapolis
A morte de uma mulher durante uma ação do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) desencadeou manifestações populares e reacendeu o debate sobre o uso da força por agentes federais em Minneapolis, no estado de Minnesota.
Ação federal resulta em vítima fatal
De acordo com informações divulgadas pelas autoridades, a mulher foi atingida por disparos efetuados por um agente do ICE durante uma abordagem realizada em uma área urbana da cidade. Ela chegou a ser atendida por equipes de emergência, mas não resistiu aos ferimentos.
A ocorrência foi confirmada oficialmente horas depois, ampliando a repercussão do caso e provocando reação imediata de moradores e lideranças locais.
Versão federal é questionada por autoridades locais
O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos informou que o agente envolvido teria agido em legítima defesa, alegando que a mulher representava uma ameaça durante a ação.
A explicação foi recebida com ceticismo por autoridades municipais. O prefeito de Minneapolis afirmou que o uso de força letal precisa ser cuidadosamente analisado e que o episódio exige esclarecimentos detalhados.
Protestos se espalham pela cidade
Após a divulgação da morte, centenas de pessoas se reuniram em diferentes pontos de Minneapolis para protestar contra a atuação do ICE e exigir responsabilização dos envolvidos.
Manifestantes carregavam cartazes, realizaram atos simbólicos e pediram mudanças nas políticas de imigração e nas operações federais realizadas em áreas residenciais.
Investigações e afastamento do agente
Organizações de direitos civis e líderes comunitários solicitaram que o caso seja apurado por instâncias independentes.
Em comunicado, o ICE informou que o agente responsável pelos disparos foi afastado temporariamente de suas funções enquanto as investigações seguem em andamento.
Clima de tensão e preocupação
O episódio ocorre em um momento de sensibilidade em Minneapolis, cidade marcada por protestos anteriores relacionados à violência policial.
Moradores relatam apreensão com operações armadas em áreas urbanas e cobram maior transparência das autoridades federais.
